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:: 25/jun/2020 . 20:09

Auxílio emergencial: Bolsonaro diz que novas parcelas ‘devem’ ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

Fonte: Extra

Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que o governo irá prorrogar o pagamento do auxílio emergencial por mais três parcelas. Ele disse que “devem” ser valores decrescentes, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, totalizando R$ 1.200.

— O auxílio emergencial vai partir para uma adequação. Serão, com toda certeza, R$ 1.200, em três parcelas. Deve ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300 — afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Hoje, o benefício pago a trabalhadores informais é de R$ 600. Inicialmente, o programa tinha previsão de durar três meses. A gravidade da crise do coronavírus, no entanto, fez com que o governo precisasse planejar uma extensão dos pagamentos.

De acordo com um interlocutor do ministro da Economia, a extensão teria um custo de aproximadamente R$ 100 bilhões. Cada pagamento de R$ 600 custa aos cofres públicos R$ 51 bilhões.

A prorrogação do auxílio emergencial com novos valores depende de aprovação no Congresso. Inicialmente, a equipe econômica chegou a bater o martelo e decidir pela extensão do benefício por meio de duas parcelas de R$ 300.

O plano, no entanto, mudou. Nos últimos dias, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem defendido uma extensão mais abrangente do programa, com a prorrogação por três meses do valor integral do benefício.

A nova proposta seria, portanto, uma mudança de planos do governo, diante de pressões por um plano mais abrangente de auxílio aos vulneráveis.

A ideia do governo, no começo da pandemia, era propor um auxílio de R$ 200. O Congresso Nacional, porém, elevou o auxílio para R$ 600

Frente fria muda direção de nuvem de gafanhotos que se aproximava da Fronteira

Fonte: G1

O governo do Rio Grande do Sul segue monitorando a proximidade da nuvem de gafanhotos que está na Argentina da Fronteira Oeste do estado. Segundo as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, até às 15h30 de quarta-feira (24), os ventos favoreciam a chegada dos insetos no estado. Com o avanço da frente fria, a chuva mudou o rumo dos gafanhotos e a nuvem deve permanecer na Argentina.
De acordo com o fiscal agropecuário Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS, o monitoramento por parte do governo é feito com troca de informações constantes com a Argentina e técnicos da secretaria na Fronteira Oeste.

“Ficamos em contato com a Senasa [serviço de sanidade da Argentina], nossos técnicos na fronteira, a rede de escritórios da Emater, que atua nessa vigilância e o contato com os produtores”, explica.

O fiscal estadual da secretaria, Juliano Ritter, destaca que está realizando o monitoramento diário da movimentação. “Nosso trabalho é verificar o ingresso no estado. Monitorei todo dia ontem [quarta], áreas de pastagem próximas a Argentina, produtores de Hortaliças. O vento, que é o que determina a movimentação deles, está nos ajudando”, diz.

  • O que se sabe sobre a nuvem de gafanhotos vinda do Uruguai

Ele informou ao G1 que continuará realizando o monitoramento na tarde desta quinta-feira (25). Até o momento, nenhum produtor avistou o inseto na Fronteira Oeste.

O último boletim divulgado pelo governo argentino informava que a localização da nuvem era imprecisa. “Com dia nublado e temperaturas mais baixas, ainda não se registrou o movimento da nuvem”, diz.

Estado de emergência fitossanitária

Nesta quarta, a ministra da Agricultura Tereza Cristina Correa da Costa Dias, assinou uma portaria declarando estado de emergência fitossanitária nas áreas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O documento foi publicado no início da madrugada de quinta (25) no Diário Oficial da União (DOU).

O chefe da divisão de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) no RS, Jairo Carbonari, explica que a portaria é prevista em decretos para permitir atuações de forma emergencial e possa adotar medidas com maior rapidez.

“Na sequência dessa emergência fitossanitária, deverão ser estabelecidos protocolos e, se necessário, também permitir o uso de produtos químicos e agrotóxicos no controle da praga. Produtos que hoje não estariam permitidos, mas que com a emergência é possível”, diz.

Jairo explica que o uso dos produtos e a forma como serão distribuídos depende de muitos fatores. “Se chega, de que forma chega, em que culturas vão atacar. Tem uma gama de aspectos que tem que ser analisados. Hoje a gente não tem como afirmar que o controle vai ser aéreo, por exemplo. Em outros países, na Argentina, é permitido desde aplicação manual, como aplicação com equipamentos terrestres, tratorizados e também com avião. Tudo isso é muito relativo”, destaca.

“Tudo é feito dentro de todas as medidas necessárias de prevenção e de precaução com o meio ambiente e saúde humana”.

Planalto: Município chega a 35 casos confirmados da Covid-19; 18 curados

Fonte: Ascom Planalto

Para manter a população de Planalto informada sobre a situação do nosso sistema de saúde e das ações relacionadas ao Coronavírus, criamos este boletim diário que trará informações sobre os casos suspeitos, descartados e confirmados.

No boletim desta quinta-feira, 25, atualizamos de forma geral todos os casos ocorridos do dia 17 de março até o presente momento. Esclarecemos que:

Até o momento já foram monitoradas no município 1.136 pessoas, dentre eles viajantes, sintomáticos, assintomáticos e contactantes

976 casos foram descartados, 33 casos foram confirmados após testes rápidos atestarem positivo e 02 foram confirmados após realização do RT-PCR. 18 pessoas já estão curadas do COVID-19 e 16 estão em período de recuperação.

Vale ressaltar que, dos 35 casos já confirmados, 11 foram positivados na zona rural do Município. O vírus é comunitário e ele está circulando livremente, por isso a necessidade do isolamento e distanciamento social.

Caso tenha qualquer sintoma relacionado a essa pandemia, entre em contato nos seguintes números ou procure o Centro de Síndromes Gripais.

155
(77) 3434 – 2184
(77) 3434 – 2076





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