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:: ‘Mundo’

Covid-19: China diz que encontrou o vírus em frango importado do Brasil

Fonte: Bahia Notícias

O governo da cidade de Shenzhen, no sul da China, disse que uma amostra de asa de frango congelada, que havia sido importada do Brasil, testou positivo para o coronavírus. A descoberta foi feita nessa quarta-feira (12), após uma pequena amostra da superfície ser retirada do lote e testada por centros locais de controle de doenças.

Segundo apuração da agência Reuters, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, as autoridades de saúde da cidade agora estão rastreando e testando todos os funcionários que podem ter entrado em contato com o produto, além de testar outros alimentos armazenados perto do lote infectado. Até então, todos os testes deram negativo.

Diante desse cenário, a Sede de Prevenção e Controle de Epidemias de Shenzhen lembrou que é necessário manter cautela quando se trata de carne e frutos do mar importados. Na quarta, a China também informou que o coronavírus foi encontrado na embalagem de camarões importados do Equador, relato que é feito por diversas cidades desde junho.

De acordo com a publicação, para evitar a contaminação, o governo chinês tem rastreado todos os contêineres de carnes e frutos do mar que chegam aos principais portos do país desde junho, quando um novo surto de Covid-19 foi registrado em Pequim.

Mundo: Grande explosão atinge área portuária de Beirute; governo cita ao menos 25 mortos e mais de 2 mil feridos

Fonte: G1

Uma explosão aconteceu na região portuária de Beirute, no Líbano, nesta terça-feira (4). Imagens mostram uma grande coluna de fumaça avermelhada sobre a área.

O governo libanês contabiliza ao menos 25 mortos após a explosão. Em entrevista a uma rede de televisão, o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hasan, disse que há cerca de 3 mil feridos. Já o chefe do escritório local da Cruz Vermelha falou em 2,2 mil feridos, mas disse que o número “deve ser ainda maior”.

Ainda não há números exatos sobre a quantidade de feridos ou qual seria a causa da explosão. Apesar de o país já ter sido alvo de terroristas e viver período de instabilidade política, não há evidência ainda de que se trate de um atentado terrorista.

A explosão no porto causou destruição em larga escala e quebrou o vidro de janelas a quilômetros de distância. Alguns barcos que navegavam próximos à costa do Líbano chegaram a ser balançados pela força da explosão.

O chefe de segurança interna do Líbano, Abbas Ibrahim, disse em entrevista a uma rede de televisão que a explosão aconteceu em uma área que armazena materiais altamente explosivos, como o nitrato de amônio, mas que não são explosivos em si.

A Cruz Vermelha disse também que há barcos operando no resgate de pessoas que foram jogadas ao mar. Parte dos atingidos foi levada a hospitais, mas ainda há muita gente presa em escombros dentro de suas casas.

A emissora libanesa LBCI informou que o hospital Hôtel-Dieu de France, no centro da capital libanesa, atende mais de 500 feridos e fez um pedido de doação de sangue.

Há operações para retirar as pessoas da região, de acordo com agência oficial, a NNA.

Um fotógrafo da agência norte-americana Associated Press, que trabalha perto do porto de Beirute, contou ver pessoas feridas no chão e uma destruição generalizada no local.

Veredito de julgamento

O Líbano vive um período de instabilidade política. No fim do ano passado, o primeiro-ministro Saad Al-Hariri renunciou. O país viveu um período com um vácuo de poder, até que Hassan Diab assumiu e anunciou a formação de um novo governo em janeiro. O gabinete foi anunciado em meio a uma série de protestos que derrubaram.

Nesta sexta-feira (7), um tribunal apoiado pela ONU deve divulgar seu veredito no julgamento contra quatro homens acusados de terem participado do assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafic Hariri em 2005, uma etapa fundamental em um longo processo no qual os suspeitos continuam em liberdade.

Os réus, todos membros do movimento xiita do Hezbollah, estão sendo julgados à revelia pelo Tribunal Especial do Líbano (TSL), com sede em Haia, encarregado de ditar a sentença 15 anos após o atentado com um carro-bomba no centro de Beirute. Nele, morreram o bilionário sunita e outras 21 pessoas.

O assassinato de Hariri, pelo qual quatro generais libaneses foram inicialmente acusados, desencadeou uma onda de protestos que forçou a retirada das tropas sírias do país, após uma presença de 30 anos no país.

Em março deste ano, o país deu um calote em seus credores. O Líbano deveria reembolsar US$ 1,2 bilhão em títulos do Tesouro, dos quais uma parte significativa está nas mãos dos bancos e do Banco Central, e decidiu não fazer isso.

Embarcação brasileira

A Fragata Liberdade, da Marinha do Brasil, está no mar do Líbano, mas distante do local da explosão. A Marinha publicou uma nota na qual informou que os militares estão bem e não há feridos. A embarcação não estava na área do porto onde ocorreu a grande explosão.

“A Marinha do Brasil informa, com relação à explosão ocorrida em Beirute, hoje, que todos os militares componentes da Força Tarefa Marítima (UNIFIL) da MB estão bem e não há feridos. A Fragata Independência encontra-se operando no mar, normalmente. O navio estava distante do local onde ocorreu a explosão. Outras informações serão passadas tempestivamente.” – Centro de Comunicação Social da Marinha

Brasil: Conep aprova 3ª fase da vacina do Butantan contra Covid-19

Fonte: R7 Notícias

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) aprovou a realização da terceira fase de ensaios clínicos da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac Biotech. A informação foi divulgada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nesta quinta-feira (9) pelas redes sociais. E comemorou: “Excelente notícia”.

Na sexta-feira (3), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a realização de testes da vacina. Em nota, a Anvisa informou que os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil.

A vacina CoronaVac, produzida a partir de cepas inativadas do vírus, está na terceira etapa, quando a vacina já pode ser administrada a um número maior de pessoas.

O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus.

A Anvisa afirmou que os estudos da primeira e segunda fases, realizados em humanos saudáveis e em animais, mostraram segurança e capacidade de provocar resposta imune “favoráveis”.

Na segunda-feira (29), o Instituto Butantan havia dito que, após o aval da Anvisa, o programa de testagem teria de passar por um conselho ético que iria validar a metodologia da testagem em humanos. A validação foi feita agora pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Ministério da Saúde.

O custo da testagem é estimado em R$ 85 milhões e prevê a transferência de tecnologia para que a vacina chinesa possa ser produzida no Brasil. Esta é a segunda vacina a receber autorização para testes no país. Em junho, a Anvisa liberou a realização de ensaios clínicos de uma vacina produzida na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Covid-19: Vacina mostra bom resultado e Pfizer promete 1,2 bilhão de doses

Fonte: Metrópoles

A gigante farmacêutica Pfizer e a empresa de biotecnologia BioNTech anunciaram nesta quarta-feira (01/07) resultados positivos da candidata à vacina contra o novo coronavírus que estão desenvolvendo. O método apresentou boa resposta ao estimular a produção de anticorpos nos primeiros testes com voluntários humanos realizados nos Estados Unidos.

Os resultados preliminares com a BNT162b1 foram divulgados no site MedRXiv e ainda precisam ser revisados por outros especialistas.

O estudo foi realizado com 45 adultos saudáveis com idade entre 18 e 55 anos, entre 04 de maio e 19 de junho. O grupos foi dividido para receber três diferentes concentrações da imunização (10, 30 ou 100 microgramas) ou placebo em duas doses, com intervalo de três semanas.

De acordo com a BioNTech, após 28 dias, as pessoas que receberam duas dosagens da vacina desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 comparado a pacientes que tiveram contado com a doença e estavam em recuperação. No entanto, os cientistas ainda não sabem se a quantidade é capaz de gerar imunidade à doença.

Mais da metade dos que receberam a dosagem mais alta, de 100 microgramas, relataram efeitos colaterais como febre e dor no local da aplicação. A vacina seguirá para novas fases de testes clínicos em voluntários nos Estados Unidos.

Com a conclusão do estudo, as companhias pretendem produzir 100 milhões de doses da vacina até o final deste ano e outras 1,2 bilhão durante 2021.

Brasil: Vacina contra a Covid-19 começa a ser testada nesta segunda-feira (29)

Fonte: Varela Notícias

Uma vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford começa a ser testada em 1,5 mil voluntários no Rio de Janeiro e em São Paulo nesta segunda-feira (29). Entre os voluntários estão profissionais de saúde e pessoas com alta exposição ao vírus, que ainda não tenham se contaminado e tenham entre 18 e 55 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, esta é a vacina que está em estado mais avançado entre todas as que estão em desenvolvimento.

A imunização já foi testada em adultos e crianças saudáveis na primeira fase e em idosos e crianças menores de 2 anos anos da segunda fase de testes.

Frente fria muda direção de nuvem de gafanhotos que se aproximava da Fronteira

Fonte: G1

O governo do Rio Grande do Sul segue monitorando a proximidade da nuvem de gafanhotos que está na Argentina da Fronteira Oeste do estado. Segundo as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, até às 15h30 de quarta-feira (24), os ventos favoreciam a chegada dos insetos no estado. Com o avanço da frente fria, a chuva mudou o rumo dos gafanhotos e a nuvem deve permanecer na Argentina.
De acordo com o fiscal agropecuário Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS, o monitoramento por parte do governo é feito com troca de informações constantes com a Argentina e técnicos da secretaria na Fronteira Oeste.

“Ficamos em contato com a Senasa [serviço de sanidade da Argentina], nossos técnicos na fronteira, a rede de escritórios da Emater, que atua nessa vigilância e o contato com os produtores”, explica.

O fiscal estadual da secretaria, Juliano Ritter, destaca que está realizando o monitoramento diário da movimentação. “Nosso trabalho é verificar o ingresso no estado. Monitorei todo dia ontem [quarta], áreas de pastagem próximas a Argentina, produtores de Hortaliças. O vento, que é o que determina a movimentação deles, está nos ajudando”, diz.

  • O que se sabe sobre a nuvem de gafanhotos vinda do Uruguai

Ele informou ao G1 que continuará realizando o monitoramento na tarde desta quinta-feira (25). Até o momento, nenhum produtor avistou o inseto na Fronteira Oeste.

O último boletim divulgado pelo governo argentino informava que a localização da nuvem era imprecisa. “Com dia nublado e temperaturas mais baixas, ainda não se registrou o movimento da nuvem”, diz.

Estado de emergência fitossanitária

Nesta quarta, a ministra da Agricultura Tereza Cristina Correa da Costa Dias, assinou uma portaria declarando estado de emergência fitossanitária nas áreas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O documento foi publicado no início da madrugada de quinta (25) no Diário Oficial da União (DOU).

O chefe da divisão de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) no RS, Jairo Carbonari, explica que a portaria é prevista em decretos para permitir atuações de forma emergencial e possa adotar medidas com maior rapidez.

“Na sequência dessa emergência fitossanitária, deverão ser estabelecidos protocolos e, se necessário, também permitir o uso de produtos químicos e agrotóxicos no controle da praga. Produtos que hoje não estariam permitidos, mas que com a emergência é possível”, diz.

Jairo explica que o uso dos produtos e a forma como serão distribuídos depende de muitos fatores. “Se chega, de que forma chega, em que culturas vão atacar. Tem uma gama de aspectos que tem que ser analisados. Hoje a gente não tem como afirmar que o controle vai ser aéreo, por exemplo. Em outros países, na Argentina, é permitido desde aplicação manual, como aplicação com equipamentos terrestres, tratorizados e também com avião. Tudo isso é muito relativo”, destaca.

“Tudo é feito dentro de todas as medidas necessárias de prevenção e de precaução com o meio ambiente e saúde humana”.

WhatsApp tirou o visto por último? Usuários relatam problema no aplicativo

Reprodução: Correio

Alguns usuários do WhatsApp relataram nas redes sociais que estão mais conseguindo ver o “visto por último” e o status “online” no aplicativo no início da tarde desta sexta-feira (19). Segundo os relatos, o suposto problema tem afetado tanto usuários do Android quando iOS (iPhone), independente das configurações de privacidade relacionadas ao recurso.

O bug também afeta o WhatsApp Web, que não permite o ajuste direto da função. O portal TechTudo entrou em contato com a assessoria do aplicativo, que ainda não respondeu.

O portal conseguiu reproduzir o erro ao abrir uma conversa com um contato que está online. O campo que mostra o status junto ao nome fica em branco. O mesmo acontece com o “visto por último”, que não aparece mesmo que o recurso esteja habilitado, e com as mensagens “gravando áudio” e “digitando”. Alguns usuários também relataram notar o WhatsApp temporariamente indisponível para cadastrar um novo número.

Algumas usuários nas redes sociais estão em dúvidas se a mudança é um bug ou é um novo recurso, indicando que o WhatsApp tirou o visto por último. Vale lembrar que o app não permite desativar as mensagens “online”, “gravando áudio” e “digitando”, possibilidade desejada por alguns usuários do mensageiro.

Ao tentar alterar o ajuste associado ao “Visto por último”, o WhatsApp exibe uma mensagem de “Falha ao atualizar as configurações de privacidade”, e exibe a mensagem “Carregando…” durante algum tempo.

Covid-19: OMS corrige declaração e esclarece que assintomáticos “transmitem sim o vírus”

Fonte: Reprodução Blog do Marcelo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta terça-feira (9) que a “transmissão por casos assintomáticos está ocorrendo, a questão é saber quanto”. O esclarecimento da entidade internacional ocorre após fala da chefe do programa de emergências, Maria van Kerkhove, de que a transmissão da Covid-19 por pacientes sem sintomas da doença parece ser “rara”. “Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por casos assintomáticos está ocorrendo, a questão é saber quanto”, disse o diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan.

“Mal entendido”

Kerkhove também voltou a se pronunciar nesta terça-feira e explicou que as pesquisas estão em andamento. Ela disse que recebeu ‘muitas mensagens da noite para o dia’ e que achou importante esclarecer o mal-entendido. “A maioria das transmissões que conhecemos ocorre por pessoas com sintomas que transmitem o vírus por meio de gotículas infectadas. Mas há um subconjunto de pessoas que não desenvolvem sintomas”, explicou. “Para realmente entender quantas pessoas não têm [os sintomas], pois ainda não temos essa resposta, existem algumas estimativas. Elas sugerem que entre 6% e 41% da população podem estar com o vírus, mas não apresentar os sintomas”.

“Acho que é um mal-entendido afirmar que uma transmissão assintomática globalmente é muito rara, sendo que eu estava me referindo a um subconjunto de estudos. Também me referi a alguns dados que ainda não foram publicados, e essas são as informações que recebemos de nossos Estados-Membros”, completou. Ao analisar o tema nesta segunda-feira, Kerkhove citava dados de países com grande capacidade de testagem e rastreio. Além disso, ela disse que em alguns casos, quando uma segunda análise dos supostos casos assintomáticas é feita, descobre-se que os pacientes tiveram, na verdade, leves sintomas da infecção.

“Colocação muito infeliz”, diz biólogo brasileiro

O biólogo Atila Iamarino disse à reportagem do G1 que “é uma colocação muito infeliz e muito tirada de contexto por parte da OMS”. “A recomendação deles de cuidado das pessoas e de distanciamento social continua sendo a mesma. Nós não sabemos quem vai manifestar ou não os sintomas, quando as pessoas vão transmitir o vírus, por isso todo mundo precisa continuar usando máscara e mantendo o distanciamento social”, disse Iamarino. “Eles [OMS] estavam falando sobre o rastreio de contatos. Que é fazer uma coisa que o Brasil tem feito muito pouco, que é você ter uma equipe de pessoas dedicadas para quando alguém aparece com sintomas no hospital ou em algum teste, você rastrear os contatos dessas pessoas (…) para ver quem mais tem Covid-19 naquela região”

“Nesse sentido, o que a OMS queria dizer com esse pronunciamento é que nesse rastreio, o principal contágio, a principal transmissão, que vale a pena ser investigada, é a transmissão dos casos sintomáticos”. A declaração da chefe do programa de emergências foi criticada por pesquisadores por ter soado ambígua. Entre os críticos que ajudaram a esclarecer o pronunciamento esteve o diretor do Instituto de Saúde Global da Universidade de Harvard, Ashish K. Jha. O pesquisador da universidade norte-americana argumentou no Twitter que infectados que não apresentam sintomas são uma forma importante para a transmissão da Covid-19.

Ele explicou que apenas 20% dos infectados não desenvolverão nenhum sintoma. Os outros 80% poderão desenvolver sintomas leves ou mais duros da doença. “Muitos deles já espalham o vírus antes de desenvolver sintomas”, disse Jha. “Eles são, tecnicamente, pré-sintomáticos e não assintomáticos.” O pesquisador de Harvard ponderou que a OMS diferencia os dois casos e ressaltou que há mais casos de indivíduos pré-sintomáticos do que de assintomáticos. // G1.

Covid-19: Líder dos caminhoneiros diz que categoria vai parar se governos seguirem com quarentena

Um dos líderes da greve dos caminhoneiros de 2018, Wallace Landim, declarou que a categoria deve fazer uma nova paralisação se os governadores não recuarem nas medidas restritivas contra o novo coronavírus. Eles protestam principalmente pela falta de postos de gasolina e restaurantes abertos na estrada, já que muitos desses estabelecimentos foram fechados por decretos estaduais.

“Se não voltarem atrás e não sair liminar na Justiça, a categoria provavelmente vai parar. Vai paralisar naturalmente, por não ter como trabalhar, e parar em protesto”, ressaltou Landim.

A associação entrou com uma ação na Justiça contra a quarentena. De acordo com a publicação, Chorão, como o líder é mais conhecido, acusa o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de querer lucrar em eleições futuras. Por outro lado, ele diz que a relação com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, é boa. Segundo o líder, eles conversam diariamente e o governo tem dado suporte ao que a categoria precisa. “O problema está com os governadores”, resumiu. //Reprodução: Blog do Léo Santos

Exclusivo: Leia o depoimento de um poçoense que está na Itália

Fonte: TV Povo / Reprodução: Panorama Geral

Sérgio falou com a reportagem da TV povo na manhã de hoje (29/03) e reafirmou o terror que tem passado nesses últimos trinta dias de pandemia incontrolável.

“Meu nome é SÉRGIO SARNO SOARES, neto de Luigi e Railda Sarno. Moro na Itália há quatro anos, na Lombardia, numa província de Milão, e agora estamos enfrentando um momento muito delicado. Como todos sabem, a Itália está sendo muito “agredida” por esse inimigo invisível chamado Coronavírus. (esse post em redes sociais contando sua experiência chamou a atenção e nos levou a conversar com Sérgio)

Sergio conta que está em isolamento social desde 28 de fevereiro e , nesse período saiu de casa apenas 5 vezes para compras de alimentos em mercado e uma consulta médica. Disse que o terror psicológico é muito grande, que já chorou inúmeras vezes e teve muito medo de se contaminar e morrer. Filho de uma tradicional família de imigrantes italianos, comerciantes em Poções, sua Cidade Natal, Sérgio Sarno ao saber das medidas tomadas pelo município, de criar barreiras sanitárias, fechamento do comércio e isolamento social, ele fez elogios à poções e disse que é muito importante esse isolamento para manter o município isolado do fatídico vírus zerando seu quadro de infectados.

Sobe para oito o numero de casos suspeitos em Poções e zero confirmação, e segue mantendo o decreto municipal, que proíbe a abertura do comercio e volta às aulas. Vale lembrar que poções é cortada pela BR 116, com grande possibilidade de visitante contaminados vindo de outras regiões.

O prefeito de Milão, Sr. Giuseppe Sala pedi desculpas pelo apoio á campanha #MILÃONÃOPARA, se arrependeu da grande bobagem e Fo a público pedir desculpas aos italianos e ao mundo, depois que viu o desastre na população italiana que em um só dia mais de 900 casos de morte pelo COVID-19 foi registrado. Aqui no Brasil, temos um problema semelhante, que contrariando todas as orientação internacionais, a OMS – Organização Mundial de Saúde e próprio Ministério da saúde, o presidente quer a volta às aulas e a abertura do comercio, alegando que o vírus só ataca velhos e que só alguns velhinhos iam morrer. Hoje em são Paulo, mais uma carreata de admiradores do presidente foi às ruas com tamanha estupidez na tentativa de não perder suas fortunas aplicadas nas bolsas de valores e aquecer a tão inserta e quebrada economia.

Vista da varanda da casa de Sergio, que Disse que a Itália hoje é um país deserto, parece um fantasma, com ruas vazias e pessoas trancadas em casa. Que a cada notícia, vem o choro pelas vidas perdidas e o medo, medo de o novo coronavírus chegar até eles . Sarno vive com Cristina sua esposa há quatro anos na região da Lombardia, distante 35 minutos de Milão, muito devastada pelo vírus, e conta que a todo instante chega notícia de que um avô, um primo, um irmão ou amigo de alguém conhecido, que tenha morrido por contaminação.

Para Sérgio a #Iorestoacasa, similar ao #FICAEMCASAPOÇÕES, é o meio mais seguro de evitar a contaminação disseminação do covid-19 e salvar vidas.





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